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14 de jul. de 2015
Perder o amor ( Massimo Raniere) tradução
10 de dez. de 2014
Reflexão - Jorge Aragão
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https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhuFmDuetZjOZh_NiJUvwwPbyDo4Ybg5rzI-XZOo05J5p0jyUrCc7fE_uifUg4ye8Dryj0aoi5IejB-wb18lcnyA29ku9hyphenhyphenBjZGv3WVfU1hV8jop-GYce0VUXXTd8e-qP0mRWS3Rbya7pjI/s1600/6886.gif
15 de nov. de 2014
Sonhos (Peninha)

Sonhos
Peninha
Tudo era apenas Uma brincadeira
E foi crescendo Crescendo, me absorvendo
E de repente eu me vi assim
Completamente seu...
Vi a minha força
Amarrada no seu passo
Vi que sem você não tem caminho Eu não me acho
Vi um grande amor Gritar dentro de mim Como eu sonhei um dia...
Quando o meu mundo
Era mais mundo
E todo mundo admitia
Uma mudança muito estranha
Mais pureza, mais carinho
Mais calma, mais alegria
No meu jeito de me dar...
Quando a canção
Se fez mais forte
E mais sentida
Quando a poesia
Fez folia em minha vida
Você veio me contar
Dessa paixão inesperada
Por outra pessoa...
Mas não tem revolta não
Eu só quero
Que você se encontre
Ter saudade até que é bom
É melhor que caminhar vazio
A esperança é um Dom
Que eu tenho em mim
Eu tenho sim
Não tem desespero não
Você me ensinou
Milhões de coisas
Tenho um sonho em minhas mãos
Amanhã será um novo dia
Certamente eu vou ser mais feliz...
Quando o meu mundo
Era mais mundo
E todo mundo admitia
Uma mudança muito estranha
Mais pureza, mais carinho
Mais calma, mais alegria No meu jeito de me dar...
Quando a canção
Se fez mais forte
E mais sentida
Quando a poesia realmente
Fez folia em minha vida
Você veio me contar
Dessa paixão inesperada
Por outra pessoa...
Mas não tem revolta não
Eu só quero
Que você se encontre
Ter saudade até que é bom
É melhor que caminhar vazio
A esperança é um Dom
Que eu tenho em mim
Eu tenho sim
Não tem desespero não
Você me ensinou
Milhões de coisas
Tenho um sonho em minhas mãos
Amanhã será um novo dia
Certamente eu vou ser mais feliz...(2x)
9 de nov. de 2014
Quem é Fagner?



Raimundo Fagner nasceu em 13 de outubro de 1949 foi registrado na cidade de Orós, no interior do estado do Ceará e batizado em 27 de dezembro na Igreja do Carmo em Fortaleza. Aos seis anos ganhou um concurso infantil na rádio local, cantando uma canção em homenagem ao dia das mães. Na adolescência, formou grupos musicais vocais e instrumentais e começou a compor suas próprias músicas. Venceu em 1968 o IV Festival de Música Popular do Ceará com a música "Nada Sou", parceria sua com Marcus Francisco. Tornou-se popular no estado em 1969, após comparecer em programas televisivos de auditório na TV Ceará, e juntou-se a outros compositores cearenses como Belchior, Jorge Mello, Rodger Rogério, Ednardo e Ricardo Bezerra, o grupo ficou conhecido como "o pessoal do Ceará". Também no ano de 1969, após ganhar o 'I Festival de Música Popular do Ceará - Aqui no Canto', Fagner saiu em excursão junto com o grupo de música e teatro do Capela Cistina, foram para Buenos Aires de ônibus, a viagem durou 45 dias de estrada. A carreira nacional deste nordestino começava de forma bastante imprevisível. Mudou-se para Brasília em 1970 para estudar arquitetura na Universidade de Brasília, participou do Festival de Música Popular do Centro de Estudos Universitários de Brasília com "Mucuripe" (parceria com Belchior), e classificou-se em primeiro lugar. No mesmo festival, recebeu menção honrosa e prêmio de melhor intérprete com "Cavalo Ferro" (parceria com Ricardo Bezerra) e sexto lugar com a música "Manera Fru Fru, Manera" (também com Ricardo Bezerra). A partir de então, Fagner consegue despertar a atenção da imprensa do Sudeste, sendo suas canções intensamente executadas nos bares da capital do país. Anos 1970 Em 1971 gravou seu primeiro compacto simples em parceria com outro cearense, Wilson Cirino. Foi lançado pela gravadora RGE, e não fez grande sucesso. O Objetivo da gravadora era bater o sucesso de cantores como Antônio Carlos e Jocafi. Ainda em 71 foi para o Rio de Janeiro, onde Elis Regina gravou "Mucuripe", que se tornou o primeiro sucesso de Fagner como compositor e também como cantor, pois gravou a mesma música em um compacto da série Disco de Bolso, do Pasquim, que tinha, do outro lado, Caetano Veloso interpretando "A Volta da Asa Branca". O primeiro LP, Manera Fru Fru, Manera, veio em 1973 pela gravadora Philips, incluindo "Canteiros", um de seus maiores sucessos, música sobre poesia de Cecília Meireles. O disco teve participação de Bruce Henri – contra-baixista nascido em Nova Iorque e radicado no Brasil, tendo integrado a banda de Gilberto Gil 3 – Naná Vasconcelos e Nara Leão. Apesar de tudo, o Disco vendeu apenas 5 mil cópias, e foi retirado de catálogo, e só foi relançado em 1976. O cantor fez, também em 1973, a trilha sonora do filme "Joana, a Francesa", que o levou à França, onde teve aulas de violão flamenco e canto. De volta ao brasil, gravou no ano de 1975 seu segundo álbum de estúdio, titulado "Ave Noturna", e foi lançado pela gravadora Continental. O disco atingiu um sucesso considerável de vendas, e pela primeira vez, Fagner teve uma de suas canções na trilha sonora de uma novela, "Beco dos Baleiros", de Petrício Maia e Brandão, na novela "Ovelha Negra" da TV Tupi. Ainda pela gravadora Continental, gravou um compacto simples ao lado de Ney Matogrosso. Em seu terceiro disco, pela gravadora CBS (Sony Music), titulado apenas Raimundo Fagner, que foi um sucesso em vendas, na primeira semana foram vendidos mais de 40 mil exemplares,4 os arranjos bem elaborados, e a qualidade de gravação, fez do álbum um dos melhores do ano de 1976, este álbum marcava a entrada de Fagner aos repertórios românticos. Ao mesmo tempo grava músicas de sambistas, como "Sinal Fechado", de Paulinho da Viola. Outros trabalhos, como seu quarto disco, Orós de 1977, disco que teve arranjos e direção musical de Hermeto Pascoal, demonstram uma atitude mais vanguardista e menos preocupada com o sucesso comercial. Fechando a década de 1970, lançou mais dois discos: Eu Canto (1978) com outro poema de Cecília Meireles – "Motivo", musicado por Fagner e mesmo tendo os créditos da poetisa o LP teve problemas com os herdeiros e teve de ser relançado com a música "Quem me levará sou eu" no lugar de "Motivo"; e Beleza (1979). Fagner foi considerado pelos leitores da Revista Playboy, o melhor cantor do ano de 1979, em segundo lugar ficou Roberto Carlos. Acusações de plagicismo A canção "Canteiros" (do primeiro álbum de Fagner), é basicamente uma parte do poema "Marcha" de Cecília Meireles musicado por Fagner, e não foi creditada à poetisa. Este incidente levou a uma briga na justiça, onde a família de Cecília conseguiu retirar de circulação seu primeiro disco, o "Manera, fru fru, Manera - 1973" e o disco "Eu Canto - Quem Viver Chorará - 1978" com outro poema de Cecília - "Motivo", também musicado por Fagner. Os dois discos foram relançados posteriormente sem a inclusão dessas músicas. ------
O que eu acho de Fagner
A minha opinião é que ele era, foi e é o melhor cantor de todos os tempos não desmerecendo Roberto Carlos que é outro assunto ( romantismo). Se nem todos os versos das mais belas poesias de Cecilia Meireles foram retiradas do música Canteiros e outras não deixou esconder a beleza, leveza e sucesso das mesmas. Para mim Canteiros é a marga registrada do cantor. Não há nada relacionado mais com Cecilia Meirelles. Se alguem perguntar quem é Raimundo Fagner apenas responda que ele é o homem que canta CANTEIROS.
Canteiros
Fagner
Quando penso em você
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento
Pode ser até manhã
Cedo, claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem
Me faz sentir alegria
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Pois senão chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Pois senão chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É promessa de vida em nosso coração
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento
Pode ser até manhã
Cedo, claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem
Me faz sentir alegria
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Pois senão chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Pois senão chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É promessa de vida em nosso coração
27 de out. de 2014
Marisa Monte - Depois (iTunes Live from São Paulo)
Depois
Marisa Monte
Depois de sonhar tantos anos
De fazer tantos planos
De um futuro pra nós
Depois de tantos desenganos
Nós nos abandonamos como tantos casais
Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também
De fazer tantos planos
De um futuro pra nós
Depois de tantos desenganos
Nós nos abandonamos como tantos casais
Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também
Depois de varar madrugada
Esperando por nada
De arrastar-me no chão
Em vão
Tu viraste-me as costas
Não me deu as respostas
Que eu preciso escutar
Quero que você seja melhor
Hei de ser melhor também
Esperando por nada
De arrastar-me no chão
Em vão
Tu viraste-me as costas
Não me deu as respostas
Que eu preciso escutar
Quero que você seja melhor
Hei de ser melhor também
Nós dois
Já tivemos momentos
Mas passou nosso tempo
Não podemos negar
Foi bom
Nós fizemos histórias
Pra ficar na memória
E nos acompanhar
Quero que você viva sem mim
Eu vou conseguir também
Já tivemos momentos
Mas passou nosso tempo
Não podemos negar
Foi bom
Nós fizemos histórias
Pra ficar na memória
E nos acompanhar
Quero que você viva sem mim
Eu vou conseguir também
Depois de aceitarmos os fatos
Vou trocar seus retratos pelos de um outro alguém
Meu bem
Vamos ter liberdade
Para amar à vontade
Sem trair mais ninguém
Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também
Vou trocar seus retratos pelos de um outro alguém
Meu bem
Vamos ter liberdade
Para amar à vontade
Sem trair mais ninguém
Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também
Depois
18 de fev. de 2014
Samba em Prelúdio (uma poesia em forma de canção)
Quando eu ouço essa canção eu viajo pra muito longe e fecho os olhos prá não ver o tempo que já se passou. Ai que saudade.


Samba Em Prelúdio
Toquinho e Vinícius
Eu sem você
não tenho porquê
Porque sem você
não sei nem chorar
Sou chama sem luz,
Jardim sem luar
Luar sem amor,
amor sem se dar
E eu sem você
sou só desamor
Um barco sem mar,
um campo sem flor
Tristeza que vai,
tristeza que vem
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Ah! Que saudade
Que vontade de ver renascer nossa vida
Volta querido
Teus abraços precisam dos meus
Os meus braços precisam dos teus
Estou tão sozinha
Tenho os olhos cansados de olhar para o além
Vem ver a vida
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Ah! que saudade -
Eu sem você não tenho porquê
Que vontade de ver renascer nossa vida -
Porque sem você não sei nem chorar
Volta querido -
Sou chama sem luz,
Jardim sem luar
Teus abraços precisam dos meus -
Luar sem amor
Os meus braços precisam dos teus -
Amor sem se dar
Estou tão sozinha -
E eu sem você sou só desamor
Tenho os olhos cansados de olhar para o além -
Um barco sem mar,
um campo sem flor
Vem ver a vida -
Tristeza que vai,
tristeza que vem
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Samba Em Prelúdio
Toquinho e Vinícius
Eu sem você
não tenho porquê
Porque sem você
não sei nem chorar
Sou chama sem luz,
Jardim sem luar
Luar sem amor,
amor sem se dar
E eu sem você
sou só desamor
Um barco sem mar,
um campo sem flor
Tristeza que vai,
tristeza que vem
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Ah! Que saudade
Que vontade de ver renascer nossa vida
Volta querido
Teus abraços precisam dos meus
Os meus braços precisam dos teus
Estou tão sozinha
Tenho os olhos cansados de olhar para o além
Vem ver a vida
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Ah! que saudade -
Eu sem você não tenho porquê
Que vontade de ver renascer nossa vida -
Porque sem você não sei nem chorar
Volta querido -
Sou chama sem luz,
Jardim sem luar
Teus abraços precisam dos meus -
Luar sem amor
Os meus braços precisam dos teus -
Amor sem se dar
Estou tão sozinha -
E eu sem você sou só desamor
Tenho os olhos cansados de olhar para o além -
Um barco sem mar,
um campo sem flor
Vem ver a vida -
Tristeza que vai,
tristeza que vem
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Ainda bem - Marisa Monte
Ainda Bem ]
Marisa Monte
Ainda bem
Que agora encontrei você
Eu realmente não sei
O que eu fiz pra merecer
Você
Porque ninguém
Dava nada por mim
Quem dava, eu não tava a fim
Até desacreditei
De mim
O meu coração
Já estava acostumado
Com a solidão
Quem diria que a meu lado
Você iria ficar
Você veio pra ficar
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar
Assim
O meu coração
Já estava aposentado
Sem nenhuma ilusão
Tinha sido maltratado
Tudo se transformou
Agora você chegou
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar
Assim
O meu coração
Já estava acostumado
Com a solidão
Quem diria que a meu lado
Você iria ficar
Você veio pra ficar
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar
Assim
O meu coração
Já estava aposentado
Sem nenhuma ilusão
Tinha sido maltratado
Tudo se transformou
Agora você chegou
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar
Assim
Ainda bem
15 de fev. de 2013
Só mais uma que me toca a alma
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31 de jan. de 2013
24 de fev. de 2011
Boa noite amigos. De vez em quando eu me pego cantando uma música que desde jovem e isso já faz é tempo, eu achava muito bonita. Nunca esqueci sua letra e a música saiu das paradas de sucesso e nunca mais vi nem ouvi essa cantora que também tinha uma voz também maravilhosa.
Meu tio Valdemir comentava comigo, sempre que a música tocava no rádio que ela era muito bonita e que era uma verdadeira poesia cantada. Muito linda.
Eu resolvi então escrever ela para vocês apreciarem e aproveitar matar as saudades. Quem já ouviu vai lembrar dela, com certeza. Boa semana para vocês.
28 de ago. de 2010
Algumas letras de músicas
Primeiramente boa noite prá vocês!
Tem tempo que eu não venho por aqui mas, estou fazendo uns cursos e isso toma nosso tempo e eu espero que me compreendam. Estou também montando meu livro para editar em breve e é coisa prá digitar que não acaba mais. Espero que fique bonito e que as pessoas acabem gostando. Bem agora vamos as letras de músicas que selecionei para vocês.
Tem tempo que eu não venho por aqui mas, estou fazendo uns cursos e isso toma nosso tempo e eu espero que me compreendam. Estou também montando meu livro para editar em breve e é coisa prá digitar que não acaba mais. Espero que fique bonito e que as pessoas acabem gostando. Bem agora vamos as letras de músicas que selecionei para vocês.
Sou fã de Jorge Aragão desde sempre, desde que conheci suas músicas e acho que tenho todas elas comigo, mas algumas de fato marcam, talvez pela beleza das letras ou pelo seu jeito de cantar, não sei, só sei que gosto dos dois.
Emílio Santiago também não fica atrás com todo charme que tem na voz e no jeito de se vestir e agora só prá finalizar tem muitas músicas do Grupo Revelação que aprendi a conhecer e gostar e entre elas uma que gosto muito é "Meu amor é um vício" e eu espero que vocês apreciem as letras.
Eu e você sempre
Jorge Aragão
Logo logo assim que puder vou telefonar
Por enquanto tá doendo
E quando a saudade quiser me deixar cantar
Vão saber que andei sofrendo
E que agora longe de mim
Você possa enfim
Ter felicidade
Nem que faça um tempo ruim
Não sem sinta assim
Só pela metade
Ontem demorei prá dormir
Tava assim sei lá
Meio passional por dentro
Se eu tivesse o dom de fugir
Prá qualquer lugar
Ia feito um pé de vento
Sem pensar no que aconteceu
Nada nada é meu
Nem o pensamento
Por falar em nada que é meu
Encontrei o anel
Que você esqueceu
Aí foi que o barraco desabou
Nessa que meu barco se perdeu
Nele esta gravado "só você e eu"
Feitio de Paixão
Jorge Aragão
Queria o prazer do amor
Assim desejando estou
Só vou sossegar
Quando te conquistar
Botar todas as cartas vou
Na mesa para decidir
Quem sabe lutando vou conseguir
Sem conseguir
Joguei búzios para tê-la sem favor
Sem conseguir
Fiz feitiços pra ganhar o teu amor
Sem conseguir
Tomei banho de arruda prá fluir
No corpo todo mal sem conseguir
Sem subornar teu coração
Com feitio de paixão
Farei tudo pra ganhar tua confiança
Com a esperança de aprendiz
Juro que vou te fazer feliz

Colcha de Algodão
Jorge Aragão
A saudade bateu no coração
Naveguei na corrente da recordação
Uma louca vontade de recomeçar
Remendar nossa colcha de algodão
E aquecer nosso amor prá me curar
Do frio da solidão
Só agora infelizmente analisei
Sua importância no meu mundo
Quanta falta você faz em meu viver
Por que
Um meio haverá de ter de não sofrer
Um jeito de não ficar sempre a chorar
Se o fim justifica o meio
Você pode perdoar

Coisa de pele
Jorge Aragão
Podemos sorrir
Nada mais nos impede
Não dá pra fugir
Dessa coisa de pele
Sentida por nós
Desatando os nós
Sabemos agora
Nem tudo que é bom vem de fora
É a nossa canção
Pelas ruas e bares
Que nos traz a razão relembrando palmares
Foi bom insistir compor e ouvir
Resiste quem pode
A força dos nossos pagodes
E um samba se faz
Prisioneiro pacato dos nossos tantãs
Um banjo liberta
Da garganta do povo as suas emoções
Alimentando muito mais
A cabeça de um compositor
Eterno reduto de paz
Nascente das várias aflições do amor
Arte popular
O nosso chão
É o povo quem produz o choro
E assina a direção

Meu amor é um vício
Grupo Revelação
Em quase toda porta bati te procurando
Quase ninguém se importa
Com a dor que estou passando
Se por acaso por ai
Alguém vier me perguntar
Porque que foi que você me deixou
Eu vou ter que contar
Perdi a noção do poder
da felicidade
Não sei como pude esconder
A realidade
Talvez tenha sido a maneira da porta se abrir
Sei lá
Me perdi de verdade
Amei
Meu amor é um vício
Te querer
Esse amor é difícil de entender
Mas é muito sincero
Eu não quero de novo te perder

Salgueiro
Emilio Santiago
Mas que prazer lhe rever
Que bom te encontrar
Há nesses anos a vida te fez remoçar
Não, não precisa fingir
Nunca foi o teu forte
Fingir pra agradar
Pra mim o tempo passou
Mas vamos sentar e sair da calçada
Sem colarinho e com fé que é pra gente esquentar
Uma porção de filé e um conhaque Dubar
Não nunca vou me mudar
É a mesma casinha onde fomos morar
Vê se vai me visitar as coisas continuam no mesmo lugar
O salgueiro que você plantou
De chorar quase morreu resistiu e cresceu
Mas o cão adoeceu sentiu sua falta demais
E a roseira lá de trás deu rosa e concedeu
Sem espinhos uma flor
Que tem teu cheiro e o meu
Garçom me traga mais dois
Que é pra comemorar
Traz um traçado depois que é pro santo agradar
Hum eu não perdi a mania ainda durmo fumando
Ainda queimo colchão
Claro que lembro do dia
Em que quase morri e ninguém me acordava
Nossos retratos de amor
Eu não pude rasgar
Quando você se casou
Pensei em me matar
Tua loucura foi tanta casar por vingança
Só mesmo você
Mas não perdi a esperança
As coisas continuam no mesmo lugar
O salgueiro que você plantou
De chorar quase morreu resistiu e cresceu
Mas o cão adoeceu sentiu tua falta demais
E a roseira lá de trás deu rosa e concedeu
Sem espinhos uma flor que tem seu cheiro e o meu
Pede a conta meu amor
E volta pro que é seu
21 de abr. de 2010
O côncavo e o convexo - Roberto Carlos
Tudo é bem mais bonito
Nele a gente se dá muito mais do que está
E o que não está escrito
Quando a gente se abraça, tanta coisa se passa
Que não dá pra falar
Nesse encontro perfeito, entre o seu e o meu peito
Nossa roupa não dá
Nosso amor é assim, pra você e pra mim
Como manda a receita
Nossas curvas se acham, nossas formas se encaixam
Na medida perfeita
Esse amor é pra nós a loucura que traz
Esse sonho de paz e é bonito demais
Quando a gente se beija, se ama e se esquece
Da vida lá fora
Cada parte de nós tem a forma ideal
Quando juntas estão, coincidência total
Do côncavo e convexo
Assim é nosso amor, no sexo
Esse amor é pra nós a loucura que traz
Esse sonho de paz e é bonito demais
Quando a gente se beija, se ama e se esquece
Da vida lá fora
Cada parte de nós tem a forma ideal
Quando juntas estão, coincidência total
Do côncavo e convexo
Assim é nosso amor, no sexo
6 de dez. de 2009
Se Você Disser Que Não Me Ama - Roberto Carlos
Se você disser que não me ama
Tem que me dizer mais de uma vez
Tem que me fazer acreditar
Em coisas que eu não quero ouvir
Tem que dizer tudo que eu detesto
Que não me suporta, que eu não presto
Tem que repetir por muitas vezes
Que não quer saber de mim
Tem que me dizer coisas horríveis
Inacreditáveis, impossíveis
Coisas que um homem não suporta
Ter que ouvir de uma mulher
Tem que me dizer que eu vá embora
Me botar daquela porta afora
E mesmo assim não sei se desse jeito
Em tudo isso vou acreditar
Tem que disfarçar o seu desejo
E não se excitar quando eu te beijo
Porque qualquer pequeno gesto seu
É um bom motivo pra eu ficar
Tem que me dizer coisas horríveis
Inacreditáveis, impossíveis
Coisas que um homem não suporta
Ter que ouvir de uma mulher
Tem que me dizer que eu vá embora
Me botar daquela porta afora
E mesmo assim não sei se desse jeito
Em tudo isso vou acreditar
Tem que disfarçar o seu desejo
E não se excitar quando eu te beijo
Porque qualquer pequeno gesto seu
É um bom motivo pra eu ficar
Se você disser que não me ama
Tem que me dizer mais de uma vez
Se você disser que não me ama
Tem que me dizer mais de uma vez
Tem que me dizer mais de uma vez
Tem que me fazer acreditar
Em coisas que eu não quero ouvir
Tem que dizer tudo que eu detesto
Que não me suporta, que eu não presto
Tem que repetir por muitas vezes
Que não quer saber de mim
Tem que me dizer coisas horríveis
Inacreditáveis, impossíveis
Coisas que um homem não suporta
Ter que ouvir de uma mulher
Tem que me dizer que eu vá embora
Me botar daquela porta afora
E mesmo assim não sei se desse jeito
Em tudo isso vou acreditar
Tem que disfarçar o seu desejo
E não se excitar quando eu te beijo
Porque qualquer pequeno gesto seu
É um bom motivo pra eu ficar
Tem que me dizer coisas horríveis
Inacreditáveis, impossíveis
Coisas que um homem não suporta
Ter que ouvir de uma mulher
Tem que me dizer que eu vá embora
Me botar daquela porta afora
E mesmo assim não sei se desse jeito
Em tudo isso vou acreditar
Tem que disfarçar o seu desejo
E não se excitar quando eu te beijo
Porque qualquer pequeno gesto seu
É um bom motivo pra eu ficar
Se você disser que não me ama
Tem que me dizer mais de uma vez
Se você disser que não me ama
Tem que me dizer mais de uma vez
Eu me vi tão só - Roberto Carlos
Eu me vi tão só
Enfrentando momentos difíceis de solidão
Sem ninguém pra me ouvir, e vivi tão só
Das lembranças contidas no meu coração
Sem saber pra onde ir e assim eu chorei
Pois tudo que eu te dei você não entendeu
Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer
Eu me vi tão só
E tentei esconder minha solidão
Mas eu não consegui e vivi tão só
Procurando no tempo uma solução
Pra esquecer de você vou tentar outra vez
A paz de um novo amor que eu preciso ter
Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer
Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer
Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer
Enfrentando momentos difíceis de solidão
Sem ninguém pra me ouvir, e vivi tão só
Das lembranças contidas no meu coração
Sem saber pra onde ir e assim eu chorei
Pois tudo que eu te dei você não entendeu
Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer
Eu me vi tão só
E tentei esconder minha solidão
Mas eu não consegui e vivi tão só
Procurando no tempo uma solução
Pra esquecer de você vou tentar outra vez
A paz de um novo amor que eu preciso ter
Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer
Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer
Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer
5 de dez. de 2009
Nossos Momentos
Momentos são iguais àqueles
Em que eu te amei,
Palavras são iguais àquelas
Que eu te dediquei.
Eu escrevi na fria areia
Um nome para amar,
O mar chegou, tudo apagou,
Palavras leva o mar.
Teu coração, praia distante
Em meu perdido olhar,
Teu coração, mais inconstante
Que a incerteza do mar.
Teu castelo de carinhos
Eu nem pude terminar,
Momentos meus, que foram teus
Agora é recordar.
Em que eu te amei,
Palavras são iguais àquelas
Que eu te dediquei.
Eu escrevi na fria areia
Um nome para amar,
O mar chegou, tudo apagou,
Palavras leva o mar.
Teu coração, praia distante
Em meu perdido olhar,
Teu coração, mais inconstante
Que a incerteza do mar.
Teu castelo de carinhos
Eu nem pude terminar,
Momentos meus, que foram teus
Agora é recordar.
Morte de um Poeta - Totonho e Paulinho Rezende
Silêncio
Morreu um poeta no morro
Num velho barraco sem forro
Tem cheiro de choro no ar
Mas choro que tem bandolim e viola
Pois ele falou lá na escola
Que o samba não pode parar
Por isso meu povo no seu desalento
Começa a cantar samba lento
Que é jeito da gente rezar
E dizer que a dor doeu
Que o poeta adormeceu
Como um passaro cantor
Quando vem no entardecer
Acho que nem é morrer
Silêncio
Mais um cavaquinho vadio
Ficou sem acordes, vazio
Deixado num canto de um bar
Maz dizem poeta que morre é semente
De samba que vem derepente
E nasce se a gente cantar
E dizer que a dor doeu
Que o poeta adormeceu
Como um passaro cantor
Quando vem no entardecer
Acho que nem é morrer
Morreu um poeta no morro
Num velho barraco sem forro
Tem cheiro de choro no ar
Mas choro que tem bandolim e viola
Pois ele falou lá na escola
Que o samba não pode parar
Por isso meu povo no seu desalento
Começa a cantar samba lento
Que é jeito da gente rezar
E dizer que a dor doeu
Que o poeta adormeceu
Como um passaro cantor
Quando vem no entardecer
Acho que nem é morrer
Silêncio
Mais um cavaquinho vadio
Ficou sem acordes, vazio
Deixado num canto de um bar
Maz dizem poeta que morre é semente
De samba que vem derepente
E nasce se a gente cantar
E dizer que a dor doeu
Que o poeta adormeceu
Como um passaro cantor
Quando vem no entardecer
Acho que nem é morrer
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