16 de nov. de 2014

A Caça à Raposa




 ontem eu estava estava assistindo televisão, uma coisa rara que faço em minha vida e fiquei rindo de um desenho do coiote que fica atrás do papalégua e nunca consegue pegar o danado do bicho. É um desenho que não tem fim. Igual o Tom que nunca não pega o Jerry. Quando pega, alguma coisa dá errado e eles voltam a estaca zero. Faz parte. O desenho é assim e ponto final. E não sei porque me vieram lembranças de quando eu era criança e morava em Honório Gurgel. Estávamos todos meus coleguinhas da mesma idade, Regina, Minhas irmãs, Lairton, Roberto, Alex, Ivam , Mocinha e Menininha, Gina etc.... Não me lembro do que estávamos brincando mas estávamos em frente a casa do dona Glorinha mãe do Renato e Rafael e Luizinho. A brincadeira de repente acabou porque passou por nós uma raposa correndo e atrás dela já haviam uma penca de crianças correndo atrás. Gente, não é todo dia que aparece uma raposa em um morro, ainda mais de dia e agente não poderia ficar fora dessa. Todos os meus colegas inclusive eu corremos atrás da raposa. Eu nem sabia pra a gente tava fazendo aquilo. Só que ela foi lá pra trás da casa do Dona Ondina, justo onde termina a rua e forma um abismo que olhando lá de cima se veem as casinhas pequenas lá embaixo. Só que pela lateral do quintal da dona Ondina tinha cercas e quase que metade das crianças voltaram e desistiram. Foram aquelas que já tinha vindo de longe e algumas mais medrosas que não queriam cair no precipício. Mas eu, Mocinha Menininha, Nelsinho, Ivam e não lembro mais quem agarramos na cerca sem olhar para baixo, tocava o pé onde dava e suada, suja e toda corajosa, lá fomos nós e conseguimos passar pelo abismo se pendurando na cerca da dona Ondina que hoje eu posso dizer que tava firme. A raposa já estava com a língua pra fora mas não parava de correr e lá ia a gente atrás dela. Mais alguns acabaram desistindo e voltando para casa com medo da mãe bater e outros porque estavam cansados mas eu não tinha reparado ainda nisso porque eu só corria atrás da raposa e não tirava os olhos dela pra ver por onde ela ia. Quando eu dei por mim eu estava no meio de um povo que eu não conhecia e que começaram a cercar a raposa de todo jeito. Apareceram homens já adultos, um bando de mulheres gritando pelas crianças, mandando elas irem pra dentro e um homem do nada veio com uma rede de pescar, que os outros chamam de tarrafa, acho que é isso e embolou a danada da raposa todinha ali. Foi então que eu parei e respirei com dificuldade de tão cansada e aí eu reparei que da minha turminha não tinha sobrado ninguém. Fiquei com medo. Sabia que minha mãe ia me bater quando voltasse porque eu estava em um lugar que eu não conhecia e nem sabia como fazer pra voltar. Me enchi de coragem e perguntei a uma mulher que estava com uma criança no colo e perguntei à ela que lugar era aquele e ela disse que era o Parque São Luis. Meus olhos já eram grandes mas tenho certeza de que ficaram bem maiores, porque eu conhecia aquele lugar de ouvir falar. Nunca tinha ido lá e é lógico que eu não ia saber voltar. Mas eu tinha que voltar para minha casa. estava com fome, sede e cansada e pra variar toda suja do barro de quando agarrei nas cercas e árvores pra não cair no abismo do fim da rua. Pedi a mulher um pouco de água e ela abriu a borracha que saia da bica e falou pra mim me virar. Estava deliciosa aquela água. Comecei a andar pelas ruas e via uma estrada passando lá no final, onde não tinha mais casas e corri pra lá achando que dali daria pra ver onde era minha casa. Não deu pra reconhecer nada. Meu coração começou a acelerar e fiquei com medo. Ali só passavam carros e caminhões e mais nada. Não tinha ninguém pra,mim perguntar nada, então resolvi voltar pro meio do povoado pra pedir informações. Falei o nome da minha rua e ninguém conhecia e falei a rua onde eu estudava aí sim um Cristão falou que sabia onde era. A rua dos Diamantes era onde a filha dele também estudava e ele me apontou a direção onde eu teria de andar sem parar, sem fazer curva, sem ir devagar porque era longe. Depois pra me apavorar disse que aquele lugar tinha muitos vagabundos e pra mim andar depressa senão eu só ia chegar à noite. Legal ele, nem me acompanhou depois dessa revelação macabra. Andei, andei, andei e olha que eu andei. Acho que nunca andei tanto na minha vida. Nunca tive tanta saudade da minha casa, nem estava mais ligando que minha mãe me desse uma surra contanto que eu achasse a minha casa e pudesse dormir na minha cama quentinha naquela noite. Quando o caminho que o homem me indicou estava quase acabando pulei de alegria. Eu conhecia aquele lugar. Estava em Rocha Miranda e mais um pouquinho eu chegaria lá na praça. Depois foi só achar a Rua dos Rubis, entrar na Diamantes e andar e andar e enfim cheguei na minha rua. Meus colegas traidores que me abandonaram ficaram tudo rindo de mim porque eles já tinham almoçado, tomado banho e sabiam que minha mãe estava há horas me procurando. E eles falaram na cara de pau que eu fui caçar uma raposa e que minha mãe ia me dar a maior surra. Minha mãe devia estar espumando em casa, pensando se batia com o cinto ou com a vara, ou sei lá com que. Xinguei todos eles, mandei pararem de rir porque eles eram tudo uns medrosos e disse que eu ajudei a pegar a raposa e eles nem viram. Contribui sim, já que os homens só viram a raposa porque eu corria e gritava pra ela parar e isso chamou a atenção dos homens. Depois que eles conseguiram pegar a danada, eles disseram que ia entregar no zoológico, mas pra mim eles iam comer ela ensopada. Fiz o sinal da cruz e entrei em casa. Estava tão cansada, tão cansada e tão suja que minha mãe ficou com pena de mim e falou: parece maluca garota. Você podia ter morrido, podia ter caido lá embaixo na barreira, poderia ter sido atropelada, Vai tomar banho que você tá horrível! Tomei banho quase dormindo. Almocei quase na hora da janta e depois me juntei aos amigos na esquina rindo muito e falando o tempo todo daquele dia. Acho que até hoje eles não acreditam muito nessa historia que eu vi pegarem a raposa, mas também, ninguem foi junto. Foi uma aventura. Hoje não consigo dar 3 passos e já tô cansada. Eta vidinha mais ou menos..






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15 de nov. de 2014

Sonhos (Peninha)











































Sonhos
Peninha
Tudo era apenas Uma brincadeira
 E foi crescendo Crescendo, me absorvendo
 E de repente eu me vi assim
 Completamente seu...
 Vi a minha força
 Amarrada no seu passo
 Vi que sem você não tem caminho Eu não me acho
 Vi um grande amor Gritar dentro de mim Como eu sonhei um dia...
 Quando o meu mundo
 Era mais mundo
 E todo mundo admitia
 Uma mudança muito estranha
Mais pureza, mais carinho
 Mais calma, mais alegria
No meu jeito de me dar...
Quando a canção
Se fez mais forte
 E mais sentida
 Quando a poesia
Fez folia em minha vida
 Você veio me contar
 Dessa paixão inesperada
 Por outra pessoa...
Mas não tem revolta não
 Eu só quero
 Que você se encontre
 Ter saudade até que é bom
 É melhor que caminhar vazio
 A esperança é um Dom
Que eu tenho em mim
 Eu tenho sim
Não tem desespero não
 Você me ensinou
Milhões de coisas
Tenho um sonho em minhas mãos
 Amanhã será um novo dia
Certamente eu vou ser mais feliz...
Quando o meu mundo
Era mais mundo
E todo mundo admitia
Uma mudança muito estranha
Mais pureza, mais carinho
Mais calma, mais alegria No meu jeito de me dar...
 Quando a canção
 Se fez mais forte
 E mais sentida
 Quando a poesia realmente
Fez folia em minha vida
Você veio me contar
Dessa paixão inesperada
Por outra pessoa...
Mas não tem revolta não
Eu só quero
Que você se encontre
Ter saudade até que é bom
 É melhor que caminhar vazio
A esperança é um Dom
Que eu tenho em mim
Eu tenho sim
Não tem desespero não
Você me ensinou
 Milhões de coisas
Tenho um sonho em minhas mãos
Amanhã será um novo dia
Certamente eu vou ser mais feliz...(2x)

Verdade, uma ilusão (marisa Monte)






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A Sua (Marisa Monte )


 


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Eu devia saber (Leliane Alencar)



Clica na imagem duas vezes para ver melhor




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Querer (em video) Leliane Alencar



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Perdoar?






De: Leliane Alencar

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9 de nov. de 2014

Quem é Fagner?




Raimundo Fagner nasceu em 13 de outubro de 1949 foi registrado na cidade de Orós, no interior do estado do Ceará e batizado em 27 de dezembro na Igreja do Carmo em Fortaleza. Aos seis anos ganhou um concurso infantil na rádio local, cantando uma canção em homenagem ao dia das mães. Na adolescência, formou grupos musicais vocais e instrumentais e começou a compor suas próprias músicas. Venceu em 1968 o IV Festival de Música Popular do Ceará com a música "Nada Sou", parceria sua com Marcus Francisco. Tornou-se popular no estado em 1969, após comparecer em programas televisivos de auditório na TV Ceará, e juntou-se a outros compositores cearenses como Belchior, Jorge Mello, Rodger Rogério, Ednardo e Ricardo Bezerra, o grupo ficou conhecido como "o pessoal do Ceará". Também no ano de 1969, após ganhar o 'I Festival de Música Popular do Ceará - Aqui no Canto', Fagner saiu em excursão junto com o grupo de música e teatro do Capela Cistina, foram para Buenos Aires de ônibus, a viagem durou 45 dias de estrada. A carreira nacional deste nordestino começava de forma bastante imprevisível. Mudou-se para Brasília em 1970 para estudar arquitetura na Universidade de Brasília, participou do Festival de Música Popular do Centro de Estudos Universitários de Brasília com "Mucuripe" (parceria com Belchior), e classificou-se em primeiro lugar. No mesmo festival, recebeu menção honrosa e prêmio de melhor intérprete com "Cavalo Ferro" (parceria com Ricardo Bezerra) e sexto lugar com a música "Manera Fru Fru, Manera" (também com Ricardo Bezerra). A partir de então, Fagner consegue despertar a atenção da imprensa do Sudeste, sendo suas canções intensamente executadas nos bares da capital do país. Anos 1970 Em 1971 gravou seu primeiro compacto simples em parceria com outro cearense, Wilson Cirino. Foi lançado pela gravadora RGE, e não fez grande sucesso. O Objetivo da gravadora era bater o sucesso de cantores como Antônio Carlos e Jocafi. Ainda em 71 foi para o Rio de Janeiro, onde Elis Regina gravou "Mucuripe", que se tornou o primeiro sucesso de Fagner como compositor e também como cantor, pois gravou a mesma música em um compacto da série Disco de Bolso, do Pasquim, que tinha, do outro lado, Caetano Veloso interpretando "A Volta da Asa Branca". O primeiro LP, Manera Fru Fru, Manera, veio em 1973 pela gravadora Philips, incluindo "Canteiros", um de seus maiores sucessos, música sobre poesia de Cecília Meireles. O disco teve participação de Bruce Henri – contra-baixista nascido em Nova Iorque e radicado no Brasil, tendo integrado a banda de Gilberto Gil 3 – Naná Vasconcelos e Nara Leão. Apesar de tudo, o Disco vendeu apenas 5 mil cópias, e foi retirado de catálogo, e só foi relançado em 1976. O cantor fez, também em 1973, a trilha sonora do filme "Joana, a Francesa", que o levou à França, onde teve aulas de violão flamenco e canto. De volta ao brasil, gravou no ano de 1975 seu segundo álbum de estúdio, titulado "Ave Noturna", e foi lançado pela gravadora Continental. O disco atingiu um sucesso considerável de vendas, e pela primeira vez, Fagner teve uma de suas canções na trilha sonora de uma novela, "Beco dos Baleiros", de Petrício Maia e Brandão, na novela "Ovelha Negra" da TV Tupi. Ainda pela gravadora Continental, gravou um compacto simples ao lado de Ney Matogrosso. Em seu terceiro disco, pela gravadora CBS (Sony Music), titulado apenas Raimundo Fagner, que foi um sucesso em vendas, na primeira semana foram vendidos mais de 40 mil exemplares,4 os arranjos bem elaborados, e a qualidade de gravação, fez do álbum um dos melhores do ano de 1976, este álbum marcava a entrada de Fagner aos repertórios românticos. Ao mesmo tempo grava músicas de sambistas, como "Sinal Fechado", de Paulinho da Viola. Outros trabalhos, como seu quarto disco, Orós de 1977, disco que teve arranjos e direção musical de Hermeto Pascoal, demonstram uma atitude mais vanguardista e menos preocupada com o sucesso comercial. Fechando a década de 1970, lançou mais dois discos: Eu Canto (1978) com outro poema de Cecília Meireles – "Motivo", musicado por Fagner e mesmo tendo os créditos da poetisa o LP teve problemas com os herdeiros e teve de ser relançado com a música "Quem me levará sou eu" no lugar de "Motivo"; e Beleza (1979). Fagner foi considerado pelos leitores da Revista Playboy, o melhor cantor do ano de 1979, em segundo lugar ficou Roberto Carlos. Acusações de plagicismo A canção "Canteiros" (do primeiro álbum de Fagner), é basicamente uma parte do poema "Marcha" de Cecília Meireles musicado por Fagner, e não foi creditada à poetisa. Este incidente levou a uma briga na justiça, onde a família de Cecília conseguiu retirar de circulação seu primeiro disco, o "Manera, fru fru, Manera - 1973" e o disco "Eu Canto - Quem Viver Chorará - 1978" com outro poema de Cecília - "Motivo", também musicado por Fagner. Os dois discos foram relançados posteriormente sem a inclusão dessas músicas. ------

O que eu acho de Fagner

 A minha opinião é que ele era, foi e é o melhor cantor de todos os tempos não desmerecendo Roberto Carlos que é outro assunto ( romantismo). Se nem todos os versos das mais belas poesias de Cecilia Meireles foram retiradas do música Canteiros e outras não deixou esconder a beleza, leveza e sucesso das mesmas. Para mim Canteiros é a marga registrada do cantor. Não há nada relacionado mais com Cecilia Meirelles. Se alguem perguntar quem é Raimundo Fagner apenas responda que ele é o homem que canta CANTEIROS.

 

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Canteiros

Fagner

Quando penso em você
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento
Pode ser até manhã
Cedo, claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem
Me faz sentir alegria
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Pois senão chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Pois senão chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É promessa de vida em nosso coração

Fanatismo (Fagner)



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Espumas ao Vento (Fagner)








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7 de nov. de 2014

Ao aniversário de Cecilia Meirelles

         
         Se Cecília Meirelles tivesse viva, hoje completaria 113 anos. Mulher de poemas e poesias incríveis, amorosos, tristes, fortes. Desde sempre sou sua fã e para homenagem cito uma das suas poesias de que mais gosto.


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3 de nov. de 2014

27 de out. de 2014

Marisa Monte - Depois (iTunes Live from São Paulo)




Depois

Marisa Monte


Depois de sonhar tantos anos
De fazer tantos planos
De um futuro pra nós
Depois de tantos desenganos
Nós nos abandonamos como tantos casais
Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também
Depois de varar madrugada
Esperando por nada
De arrastar-me no chão
Em vão
Tu viraste-me as costas
Não me deu as respostas
Que eu preciso escutar
Quero que você seja melhor
Hei de ser melhor também
Nós dois
Já tivemos momentos
Mas passou nosso tempo
Não podemos negar
Foi bom
Nós fizemos histórias
Pra ficar na memória
E nos acompanhar
Quero que você viva sem mim
Eu vou conseguir também
Depois de aceitarmos os fatos
Vou trocar seus retratos pelos de um outro alguém
Meu bem
Vamos ter liberdade
Para amar à vontade
Sem trair mais ninguém
Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também
Depois


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24 de out. de 2014

22 de out. de 2014

Eu de novo

Bom dia meus amigos do blog. Desculpe as aparições relâmpago, mas estou fazendo tratamento de saúde e cada hora é uma novidade.Cada dia tem um exame novo pra fazer, um novo especialista pra me consultar e assim a vida vai passando e eu fico só nos finais das noites jogando games pra me distrair e depois dormir. Mas tenho que dar uma satisfação pra vocês embora seja sempre o mesmo motivo. Mas é assim mesmo. Coisas da idade. Brasilia ontem quase se acabou em água. Foi uma bagaceira só. Vocês precisavam de ver. Era tanta água digna de inveja para os paulistas. Pensei logo neles. Se chovesse como choveu aqui ontem lá perto da Cantareira o problema da água tinha sido resolvido. Duvido que não. Eu estava na rua, caminhando para o ponto de ônibus por volta das 18 horas voltando de mais uma turnê pelos consultórios médicos do Plano Piloto quando meus cabelos começaram a voar e o barro a subir devido a enorme ventania que começou do nada e não entrou terra nos meus olhos porque eu portava de um par de vidros na cara que me protegeram. O povo corria desesperado tentando se livrar da terra e papeis que voavam pela rua. Quando deu a primeira trovoada todo mundo tremeu. E reparem no detalhe que estamos no horário nojento de verão, então eram cinco horas. Ficou noite bem rápido e cadê o ônibus? Quando lembrei do guarda chuva lembrei também que ele não tava comigo. Ficou em casa, esquecido por cima da mesa, porque eu esqueço de tudo. Uns 20 minutos depois consegui sair dali e ir para a rodoviária pegar o outro baú. Aquele que me leva direto pra casa. Mas o formigueiro de gente já tava gigantesco. Já eram mais de 6 horas e todo mundo já estava ali. Filas enormes. Depois de muita luta chegou minha vez. Cheguei em casa com os cabelos em pé, suja de barro e stressada.E quando eu pensei em jantar próximo às 9 da noite aí a chuva caiu com gosto de gás. O barulho era tanto que eu gritava pra poder conversar. Aumentei o som da televisão quase no ultimo volume pra ver minha novela, que eu nem assisto todos os dias. E a chuva foi forte e contínua, varou a madrugada e só parou hoje pela manhã e quase 4 horas da manhã. Aí eu fui dormir né, dá licença. E hoje está tão fresquinho que eu vou desejar um dia tranquilinho como esse pra vocês. Fiquem em paz e aproveitem esses dias mais compridos para fazerem algo diferente. Eu volto. Podem ter certeza. Tchau. barrinhas photo:  78b.gif

10 de ago. de 2014

Homenagem ao Dia dos Pais



Ei você!
 É você mesmo que é a mãe e o pai de seus filhos, 
você vovó e vovô que se tornaram pais de seus netos, 
você que é o padrastro mas tenta ser o melhor pai de seus enteados, 
você titio que tem o sobrinho como um filho, 
você que adotou uma criança e se tornou o melhor pai do mundo, 
você que é o pai de verdade, o paizao que todos queriam ter. 
Enfim, 
a você pai biológico, 
de criação, 
emprestado, 
o amigo perfeito das horas difíceis, 
o companheiro das brincadeiras maneiras,
o Paizão de coração, 
FELIZ DIA DOS PAIS 
pra você! 




9 de ago. de 2014

Eu quase esqueci



        Olá, boa noite pra você. Como sempre eu quase ia me esquecendo de mostrar as outras imagens de prendedores de fios que encontrei na internet e que me ajudaram na inspiração do que fiz.
       Claro que primeiro foi a minha irmã que me apresentou a ideia, mas eu curiosa fui pesquisando na internet e achei mais alguns lindinhos e até diferentes. Então aí vai pra você ver.







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7 de ago. de 2014

Uma mensagem pra você



Vamos viver!
porque a vida é tão somente uma festa que,  ao apagar das luzes termina.
Aproveite a festa e dance, 

coma e beba bastante,  
converse procurando conhecer os outros convidados.
Não deixe de agradecer ao anfitrião dessa grande festa, Deus.
Trate cada convidado como gostaria de ser tratado e sorria sempre que for possível .
Quando a festa terminar e você se retirar, 

que as pessoas possam sentir a falta que você faz 
e que Deus possa se orgulhar de tudo que você fez.
Vamos aproveitar enquanto rola a festa?
Aceita dançar comigo?



Leliane Alencar 06/08/2014



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6 de ago. de 2014

Uma boa ideía!

Nem tenho coragem de pedir desculpas de falar mais nada sobre meu sumiço. Desta vez acho que até exagerei, mas eu sei o quanto me fez falta vir aqui e postar novidades ou simplesmente bater um papo contigo. Mas, a vida é corrida, complicada e às vezes a gente se envolve com um projeto ou um problema e abraça essas coisas com tanta força, tanta garra que fica difícil se desviar delas e seguir para um outro lugar ou atividade diferente. E foi isso que aconteceu. Foram muitas as coisas que aconteceram e foram simultâneas e complicadas de se resolverem, mas elas estão caminhando. Cada uma do seu jeito e cada coisa agora está no seu lugar. Foram problemas de saúde em mim, em mais gente da família, de perto de longe, acontecimentos maravilhosos, outros bem tristes, outros preocupantes e minha energia minou. Tive que ser calma, cautelosa, forte, diferente, firme e nem sempre eu conseguia ser tudo isso. Às vezes nada disso eu conseguia ser e tive de buscar ajuda na medicina e nas orações. Um ajudou ao outro. Pode ser que nada disso tenha sido tão relevante, mas era com minha família, com meu sangue e mexe comigo. Não sei viver fingindo que as coisas não estão acontecendo. Só sei me preocupar com todo mundo. Faz parte do meu ser. Sempre preferi ficar doente ou ter problemas do que ver gente do meu sangue assim. Agora que as coisas estão mais calmas resolvi chegar até aqui para mostrar algumas novidades que mesmo a trancos e barrancos aprendi. Minha irmã mais nova, a Lílian, me mostrou um prendedor de fios para ferro de passar roupas que ela achou na internet e rapidinho eu peguei a idéia e coloquei em prática. Talvez seja útil para uns de vocês. Está na foto abaixo. E olhando bem notei que não serve só para fio de passar roupas. Serve para prender o fio do ventilador, o fio da pistola de cola quente, pro secador de cabelos, pra chapinha e por aí vai. A idéia é para prender os fios de forma elegante e você é quem sabe onde precisa de fios presos. Amanhã tenho que passar muitas roupas pela manhã e amei essa idéia. Uma coisa simples que deixa o aparelho guardado de forma organizada. Aqui está a foto da que eu fiz e mais abaixo são as fotos retiradas da internet para vocês terem a idéia e copiar, se quiser. Por hoje é resumidamente isso. Vou voltar pra mais papos como este.




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28 de abr. de 2014


Estava animada naquela manhã. Tudo parecia que ia dar certo naquele dia tão bonito de sol depois de tantos dias de chuva e eu esta realmente animada. Acordei cedo e mentalmente fiz minha lista de afazeres mais urgentes pra não deixar escapar nada. Sai do meu quarto e fui até a cozinha e tomei um café com meu leite desnatado e uma fatia de pão integral com margarina e me levantei pra guardar minha caneca e começar o dia. Subi novamente as escadas para ir até o banheiro pegar o cesto de roupas para colocar na máquina e foi então que tive uma cólica intensa que me arrepiou o corpo e me fez suar bastante. Naquele momento pensei em gritar por socorro, mas a dor era tão forte que eu levei minha mão no abdome e gelei. Não conseguia falar, mas dali onde eu estava dava pra ver meu filho no computador e eu acenei pra ele que não entendeu a princípio. Desci as escadas e lembro que gritei pra ele: Vem cá! A besteira que eu fiz realmente foi descer as escadas, porque ali poderia ter acontecido coisas terríveis e piores. Cheguei até a sala já bem trêmula, respiração ofegante e o coração aceleradíssimo. Fui direto ao telefone e só pensei em uma coisa: pedir socorro. ... Abri meus olhos e estava no chão e meu filho apoiando minha cabeça em seu colo e gritando por mim. Olhei para ele e vi o segurança do condomínio na porta falando com alguém no celular. Meu filho tentava me acalmar porque eu queria levantar pra entender o que estava acontecendo. O segurança dizia. Fique sossegado. O socorro já tá vindo. Eu havia desmaiado e estava voltando a si. Sentia uma dor horrível na cabeça e quando passei a mão levei um susto com a altura do caroço que ficou. Minha cabeça bateu com força no chão. Lembrei-me da cólica, mas ela não existia mais. Só senti náuseas e meu filho me ajudou a ir até o banheiro pra eu poder vomitar. Mas eu não fazia isso. Só náuseas fortes e cada vez que eu sentia náuseas e meus ossos do peito doíam terrivelmente. O socorro não veio. Disse que não havia mais razão para vir já que eu já havia recobrado os sentidos. Meu marido estava viajando e de lá soube de tudo e pediu a um amigo nosso daqui que fosse lá em casa e me levasse em um hospital. Vinte minutos depois ele estava aqui ora me socorrer e meus filhos me acompanharam. A médica que nem me examinou e só fez perguntas sobre o que aconteceu me disse que eu tirasse um raios-X do tórax e voltasse nela pra mostrar o que deu. Depois de pronto falou que não tinha nada e estava tudo bem. Receitaram-me duas injeções, uma para dores e outra para dores musculares. Disse-me que eu devia ter desmaiado por causa do tamanho da dor que senti, dã... Isso eu já desconfiava. Comprei o remédio e voltei para casa na carona do grande amigo prestativo. Meu marido arrumou as malas e voltou para casa assim que soube de tudo. Passaram-se seis dias, o remédio da doutora acabou porque só dava pra cinco dias e a dor ainda era a mesma. Fui atendida por outro médico que ao olhar o raios-X identificou de cara duas costelas fraturadas e uma lesão próximo ao pulmão. Solicitou uma tomografia computadorizada que vou fazer somente amanhã porque o tomógrafo pifou. Ele passou o mesmo remédio que a doutora receitou, mas também pediu coleta de sangue com vários exames além do hemograma e mais coleta de urina. Todos os exames estavam com os valores acima dos normais e eu ainda não consegui mostrar pro médico porque ainda não consegui fazer todos os procedimentos que ele solicitou. Resumindo. Tô dolorida. Não sei o que me levou ao desmaio. Não sei se são só duas costelas fraturadas sem lesão em algum outro local e enquanto isso durmo de banda, quase sentada porque mal consigo respirar direito. Amanhã vou fazer a tomografia, mas só daqui a três dias saberei o resultado e somente depois disso é que passarei novamente por um médico para mostrar todos os exames e ver se ele chega a uma conclusão. Lembrei-me da Band que sempre fala. Em vinte minutos tudo pode mudar. E aquele dia que tinha tudo pra ser bom, virou um pesadelo que vai me fazer sentir dor por pelo menos seis semanas, que é o prazo das costelas colarem e pararem de doer. Isso se tudo der certo e não tiver nenhum agravante no meio dessa novela. Por isso queridos amigos do blog, estou aqui mais uma vez me desculpando pela ausência e pela falta de notícias, mas está dando pra eu fazer uma coisa e outra enquanto estou de pé ou sentada mesmo que seja por pouco tempo. O repouso tem que acontecer, senão não dá certo o tratamento para a cura e no mais tá tudo bem. Depois de segunda=feira devo ter mais novidades sobre minha saúde e mesmo que não te interesse eu vou te contar, porque você é um seguidor do meu blog e é pra você que estou escrevendo. Tenha um bom começo de semana e um bom feriado porque lá vem mais um no dia primeiro de maio. Ô Benção.

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