Boa tarde amigos. Postei hoje algumas poesias porque já tinha um tempão que eu só mostrava meus artesanatos, mas estão aí e espero que gostem. Mais tarde eu postarei algumas besteirinhas que fiz para me distrair.



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Boa noite amigos. De vez em quando eu me pego cantando uma música que desde jovem e isso já faz é tempo, eu achava muito bonita. Nunca esqueci sua letra e a música saiu das paradas de sucesso e nunca mais vi nem ouvi essa cantora que também tinha uma voz também maravilhosa.
         Meu tio Valdemir comentava comigo, sempre que a música tocava no rádio que ela era muito bonita e que era uma verdadeira poesia cantada. Muito linda.
        Eu resolvi então escrever ela para vocês apreciarem e aproveitar matar as saudades. Quem já ouviu vai lembrar dela, com certeza. Boa semana para vocês.










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                                         Sons na Varanda






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     Semana passada meu cahorro estava latindo desesperado e era dia ainda e fui correndo ver o que ele queria. Ele rosnava muito e olhava inquieto para a casa dele. Olhei lá dentro, não vi nada mas escutei um assovio. Pensei que era uma cobra e dei dois passos para trás e o cachorro latindo que nem um doido. Arrastei a casa dele e quem saiu lá de trás todo espantado? Não, não era uma sapo. Era um macaquinho. Daqueles miquinhos de rabo bem grande e me olhava com raiva porque tirei ele do esconderijo. Ele correu para debaixo da casa do cahorro de novo. E quanto mais eu arrastava a casa do cachorro mais ele assovia e corria de novo lá para debaixo.Chamei meu marido para me ajudar e o macaquinho ficava quietinho lá debaixo e parecia estar machucado e ofegante. Talvez estivesse só com medo do cachorro. Eu até pensei que ele tava morrendo mas assim que ele se viu livre do cachorro sumiu na poeira
      Tive de prender o cachorro na varanda para  pensar o que eu poderia fazer para o mico ir embora. Ele era bonitinho mas eu estava com medo dele e ele de mim e quando ele viu que o cachorro tinha sumido correu para os fundos do quintal, lá onde tenho a horta e subiu no pé de jaca da minha vizinha e depois de horas sumiu pelo mato a dentro.
     Foi divertido e até me lembrei de filmar o danado mas a filmagem ficou terrível. Então eu tirei uma foto que também não ficou muito boa porque tive de me deitar no chão, mas se vocês olharem bem debaixo da casa do cachorro dá para ver ele.




     Já essa semana agora foi de muita chuva por aqui e hoje mesmo caiu um temporal feroz com direito a raios e trovões,  por volta das 13 horas mais ou menos e só dá para ficar fazendo arte mesmo. Computador não se liga em dias chuvosos, pelo menos eu não ligo. Se queimar não vou poder mais postar, então é melhor inventar modinhas e tentar fazer artesanatos para passar o tempo. A energia elétrica foi-se embora depois que um raio caiu aqui por perto e aproveitei fiz várias coisinhas e lá vão as fotos que tiro de cada coisa que termino para vocês terem uma idéia. Obrigada por ter vindo e pode deixar comentários de qualquer natureza, pois estou preparada, já que não sou artesã, faço apenas como terapia. E ainda de quebra vou mostrar meu pé de chuchu e pimenta que plantei em meu quintal, como havia prometido. Boa semana prá vocês!









     Falando em coisas que me lembro, lembrei-me de repente de um episódio que me aconteceu há muitos anos atrás e quase já havia apagado da mente.
     Eu morava com meus pais e irmãos em Madureira e se não me falha a memória eu estava com oito anos, mais ou menos.
     Eu morava na Rua Maroim em Madureira que agora parece que mudou de nome. Ela era asfaltada e ficava próxima a escola normal Carmela Dutra que eu acho que ainda existe. A rua era asfaltada até um determinado ponto onde começava o morro. Era uma subida e tanto e já javiam muitos barracos naquela época. A rua subia e subia e lá de baixo os barracos ficavam pequeninos de tão alto e tão populoso.
     Eu estava olhando a rua pelo buraco do portão, porque minha mãe não deixava a gente brincar na rua naquela época. Já havia bandidos naquela época também e passava carros de vez em quando.
     Notei que havia uma multidão cercando alguém caído na rua e um falatório desesperado e tinha até gente chorando naquele meio de gente e fui chamar minha mãe para ela saber o que estava acontecendo.
     Vi quando minha mãe abriu o portão e se dirigiu ao povo e ficou assuntando por lá e depois de algum tempo ela veio embora e disse pra mim ir brincar porque aquilo não era coisa pra criança ficar olhando.
     À noite eu ouvi minha mãe em conversa com meu pai dizer que havia uma mulher morta na rua e que a ambulância havia deixado ela por ali ainda viva porque os homens da ambulância não poderiam subir o morro e ela acabou passando mal e morrendo no asfalto. Ela havia sido operada e saíra do hospital sem estar muito boa e por isso não agüentava andar, mas ela teve que fazer isso porque não tinha outro jeito e não resistiu.
     Lembrei-me de que o pessoal lá na rua estava meio revoltado gritando uns plavrões bem alto e eu não soube entender se eles não subiram porque a ambulância não ia dar conta de subir ou porque estavam com medo dos bandidos.
     Que final teve toda essa história e falatório eu não fiquei sabendo, mas sei que a mulher morreu e que hoje eu posso assegurar que o problema da saúde é pra lá de velho nesse meu país. É uma pena, mas até hoje morre gente assim.
     Tenham uma boa semana!
 







São muitas molduras para você colocar no seu site, blog, onde você quiser. São muito bonitas e eu retirei de outros sites que disponibilizaram para cópia, então acho que não vai ter problemas de repassar para vocês.
Ah! Me desculpem se tiver alguma repetida mas são muitas.
















































































 
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