Primeiramente boa noite prá vocês!
Tem tempo que eu não venho por aqui mas, estou fazendo uns cursos e isso toma nosso tempo e eu espero que me compreendam. Estou também montando meu livro para editar em breve e é coisa prá digitar que não acaba mais. Espero que fique bonito e que as pessoas acabem gostando. Bem agora vamos as letras de músicas que selecionei para vocês.
Sou fã de Jorge Aragão desde sempre, desde que conheci suas músicas e acho que tenho todas elas comigo, mas algumas de fato marcam, talvez pela beleza das letras ou pelo seu jeito de cantar, não sei, só sei que gosto dos dois. 
Emílio Santiago também não fica atrás com todo charme que tem na voz e no jeito de se vestir e agora só prá finalizar tem muitas músicas do Grupo Revelação que aprendi a conhecer e gostar e entre elas uma que gosto muito é "Meu amor é um vício" e eu espero que vocês apreciem as letras.
 

Eu e você sempre
Jorge Aragão

Logo logo assim que puder vou telefonar
Por enquanto tá doendo
E quando a saudade quiser me deixar cantar
Vão saber que andei sofrendo
E que agora longe de mim
Você possa enfim
Ter felicidade
Nem que faça um tempo ruim
Não sem sinta assim
Só pela metade
Ontem demorei prá dormir
Tava assim sei lá
Meio passional por dentro
Se eu tivesse o dom de fugir
Prá qualquer lugar
Ia feito um pé de vento
Sem pensar no que aconteceu
Nada nada é meu
Nem o pensamento
Por falar em nada que é meu
Encontrei o anel
Que você esqueceu
Aí foi que o barraco desabou
Nessa que meu barco se perdeu
Nele esta gravado "só você e eu"







Feitio de Paixão
Jorge Aragão

Queria o prazer do amor
Assim desejando estou
Só vou sossegar
Quando te conquistar
Botar todas as cartas vou
Na mesa para decidir
Quem sabe lutando vou conseguir
Sem conseguir
Joguei búzios para tê-la sem favor
Sem conseguir
Fiz feitiços pra ganhar o teu amor
Sem conseguir
Tomei banho de arruda prá fluir
No corpo todo mal sem conseguir
Sem subornar teu coração
Com feitio de paixão
Farei tudo pra ganhar tua confiança
Com a esperança de aprendiz
Juro que vou te fazer feliz









Colcha de Algodão
   Jorge Aragão


A saudade bateu no coração
Naveguei na corrente da recordação
Uma louca vontade de recomeçar
Remendar nossa colcha de algodão
E aquecer nosso amor prá me curar
Do frio da solidão
Só agora infelizmente analisei
Sua importância no meu mundo
Quanta falta você faz em meu viver
Por que
Um meio haverá de ter de não sofrer
Um jeito de não ficar sempre a chorar
Se o fim justifica o meio
Você pode perdoar








Coisa de pele
Jorge Aragão

Podemos sorrir
Nada mais nos impede
Não dá pra fugir
Dessa coisa de pele
Sentida por nós
Desatando os nós
Sabemos agora
Nem tudo que é bom vem de fora
É a nossa canção
Pelas ruas e bares
Que nos traz a razão relembrando palmares
Foi bom insistir compor e ouvir
Resiste quem pode
A força dos nossos pagodes
E um samba se faz
Prisioneiro pacato dos nossos tantãs
Um banjo liberta
Da garganta do povo as suas emoções
Alimentando muito mais
A cabeça de um compositor
Eterno reduto de paz
Nascente das várias aflições do amor
Arte popular
O nosso chão
É o povo quem produz o choro
E assina a direção












Meu amor é um vício
               Grupo Revelação

Em quase toda porta bati te procurando
Quase ninguém se importa
Com a dor que estou passando
Se por acaso por ai
Alguém vier me perguntar
Porque que foi que você me deixou
Eu vou ter que contar
Perdi a noção do poder
da felicidade
Não sei como pude esconder
A realidade
Talvez tenha sido a maneira da porta se abrir
Sei lá
Me perdi de verdade
Amei
Meu amor é um vício
Te querer
Esse amor é difícil de entender
Mas é muito sincero
Eu não quero de novo te perder










Salgueiro
Emilio Santiago


Mas que prazer lhe rever
Que bom te encontrar
Há nesses anos a vida te fez remoçar
Não, não precisa fingir
Nunca foi o teu forte
Fingir pra agradar
Pra mim o tempo passou
Mas vamos sentar e sair da calçada
Sem colarinho e com fé que é pra gente esquentar
Uma porção de filé e um conhaque Dubar
Não nunca vou me mudar
É a mesma casinha onde fomos morar
Vê se vai me visitar as coisas continuam no mesmo lugar
O salgueiro que você plantou
De chorar quase morreu resistiu e cresceu
Mas o cão adoeceu sentiu sua falta demais
E a roseira lá de trás deu rosa e concedeu
Sem espinhos uma flor
Que tem teu cheiro e o meu
Garçom me traga mais dois
Que é pra comemorar
Traz um traçado depois que é pro santo agradar
Hum eu não perdi a mania ainda durmo fumando
Ainda queimo colchão
Claro que lembro do dia
Em que quase morri e ninguém me acordava
Nossos retratos de amor
Eu não pude rasgar
Quando você se casou
Pensei em me matar
Tua loucura foi tanta casar por vingança
Só mesmo você
Mas não perdi a esperança
As coisas continuam no mesmo lugar
O salgueiro que você plantou
De chorar quase morreu resistiu e cresceu
Mas o cão adoeceu sentiu tua falta demais
E a roseira lá de trás deu rosa e concedeu
Sem espinhos uma flor que tem seu cheiro e o meu
Pede a conta meu amor
E volta pro que é seu




     Quando os bombeiros chegaram não havia nada para se fazer. Aliás, o bombeiro não tinha nada que estar ali. Não tinha nada para os bombeiros resolverem.
     Os bombeiros assuntaram, perguntaram, mas ninguém sabia quem havia chamado por eles. Não havia fogo, não havia nenhuma emergência.
     Como eles chegaram tocando a sirene muito alta a vizinhança correu toda prá rua ver o que estava acontecendo e um perguntava pro outro: O que houve? E um respondia pro outro - eu sei lá, pensei que tu soubesse, você que tá aqui...
     O negócio é que os bombeiros disseram que alguém ligou desesperado chamando por eles e que uma casa tava pegando fogo. Ninguém sabia de fogo nenhum, quem tinha feito o  chamado e eles foram embora amargando mais um dia em que algum desocupado lhe passou mais um trote.
     É incrível, mas essas coisas acontecem e é toda hora. Coisa de quem não tem mesmo o que fazer, muitos disseram e um a um foi voltando para suas casas. Não tinham fofoca prá fazer também, então fazer o que?
     No mesmo dia à tardinha, a sirene dos bombeiros tocava alto novamente. Correram todos prá rua de novo, imaginando que agora os bombeiros acharam o que não viram da outra vez.
     Não eram os bombeiros. A sirene estava vindo de uma casa vizinha. Um rapaz que morava numa das últimas casas da rua acabava de colocar seu gravador acoplado em duas poderosas caixas de som e repetia a sirene dos bombeiros e de sobra ainda ria da cara do povo que olhava prá ele indignados.
     Teve gente que quis bater no sujeito e teve gente que segurou os mais exaltados pro cara não apanhar. Bem que merecia. Eu era criança e ainda me lembro da confusão que deu. Minha mãe gritava lá do portão, prá eu sair dali senão eu também ia apanhar.
     Hoje sei que ele é um tremendo de um desocupado, prá não falar outra coisa. Sem contar que vira e mexe ele colocava a sirene prá tocar só prá ver o povo correr prá rua e chamar todo mundo de fofoqueiro. Isso aconteceu no Rio e é uma das lembranças que eu tenho da minha infância.
     Eu nunca me esqueci dessa história e embora ela não seja engraçada, hoje me dá vontade de rir.



Depois de uma carreta tombar sobre um carro na BR-116, em Teófilo Otoni, região leste de Minas, na tarde desta sexta-feira (13), o motorista do carro sobreviveu de forma incrível. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a carreta saia da MG-217 para entrar em uma avenida – perímetro urbano da BR-116 – quando tombou em cima de um carro que passava no local.

O caminhoneiro teve ferimentos leves nos braços e nas pernas e foi levado para o pronto socorro. A cabine da carreta ficou em cima do carro com placa de Ipatinga, no Vale do Aço, que ficou irreconhecível. Dentro do carro havia uma vítima, que conversava com os militares do Corpo de Bombeiros.

Um caminhão guincho foi usado no resgate, que também mobilizou, além dos bombeiros, policiais e voluntários. Quando o guincho suspendeu a carreta, o homem saiu apenas com ferimentos leves nas mãos, andando e conversando. A cena impressionou quem assistia ao resgate. (veja o vídeo)
O local é conhecido pelo fluxo intenso de veículos. A perícia deve investigar as causas do acidente, como por exemplo, se houve falha no sistema de freios da carreta.





Matéria retirada do site g1.glogo.com da Rede Globo

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Temos mais uma nova amiga no Blog! Seja bem vinda Rose! Já tem um monte de dias que eu não consigo acessar meu blog para poder escrever novidades, mas elas estão a caminho. Preciso só de mais um tempo. Os dias aqui estão quentes e é festa toda hora na vizinhança de modo que eu tenho que aproveitar. Já, já chegam as chuvas e serão meses e meses de chuvas, raios e trovões e nem vou conseguir vir por aqui nessa época.
O clima aqui está seco. É epoca da estiagem em Brasília. Tempo de sêca. Só vejo fogo em tudo que é lado do cerrado e sinto dor de cabeça o dia inteiro. Os pés racham, a boca resseca, a pele fica esquisita, os cabelos danificados e é o Ó do Borogodó.
Tomara que chova logo porque a umidade está baixíssima e precisamos de água! Bem, mas é assim mesmo. Todo ano é assim e nunca mudou. Já é tarde e vou descansar um pouco e quero acreditar que mais tarde eu retorne prá falar um pouco com vocês. Fiquem com Deus e tenham uma boa sexta-feira 13 de agosto. Com Deus no coração não tem supertição que nos ponha medo. Mas, não custa colocar uma patinha de coelho na bolsa, pendurar uma figa no pescoço, um galho de arruda atrás da orelha e se benzer antes de ir para a rua.
No mais tudo vai dar certo. É brincadeira, hein gente! 





 
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