Homenagem ao Dia das Mães


Mesmo que nunca venha gerá-lo.
Toda mulher é mãe.
Primeiro da boneca. 
Mais tarde do irmãozinho.
Casada, é mãe do marido, antes de sê-lo dos filhos.
Sem filhos, será mãe adotiva ou madrinha.
Entregará a alguém os benefícios do seu amor.
Os sobrinhos, os filhos alheios, talvez uma justa causa.
Joana D´Arc foi mãe de sua causa e por ela morreu queimada, como qualquer mãe morreria por seu filho.
Quantas mulheres, que a vida não escolheu para a maternidade de seus próprios filhos, não se tornaram mães das próprias mães?
Quantas? Ou do pai ou do avô.
Não importa se você é aquela amigona que sempre adivinha o que sua amiga precisa.
Ou a titia coruja que sempre leva a sobrinha ou o sobrinho ao cinema e os enche de pipoca e refrigerante.
Pode ser aquela irmã mais velha, que sempre cuidou do irmãozinho ou da irmãzinha como se soubesse todos os truques de mãe.
Ou então a avó que mima e faz todas as vontades do neto só para ver aquele sorrisinho singelo em seu rosto.
E até mesmo a mãe de verdade, que consegue ser filha, tia e avó ao mesmo tempo e mais um pouco.
Não importa qual o seu estilo de ser mãe.
Dentro de você existe um sentimento que te faz abrir mão de certas vontades só para fazer alguém feliz.
A maternidade é irreprimível.
Como uma fonte de água que uma pedra obstrui, ela vai brotar mais adiante.
Na guerra, a mulher é mãe dos feridos, mesmo que usem outras bandeiras e vistam outro uniforme.
A maternidade não tem fronteiras, não tem cor, não tem preferências.
É das poucas coisas que bastam a si próprias.
Tem a sua própria religião. Tem a sua própria ideologia.
Causa, origem, começo.
Um carinho que preenche teus espaços vazios com um cuidado que, por muitas vezes, parece dar sentido à sua vida.
Um sentimento único que só você tem e talvez só você entenda.
Parabéns a você e a todas as mulheres que têm um pouco de mãe.
Toda mulher é mãe.
 
 (desconheço o autor)


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