Quanto tempo não é mesmo? Não vou falar que estava ocupada com outros assuntos porque acho que vocês já imaginavam isso.  Claro que eu deveria ter vindo há mais tempo para dar uma satisfação, mas acontece que nem deu porque eu não estava de posse de um computador. Fui para minha terra Natal e passei dez dias por lá pra espairecer. Foi bom. Dancei até quadrilha na festa julina do Cavaco City em Jacarepaguá,
     Fiz um passeio também por Madureira e aproveitei fui às compras, mesmo estando “dura”, porque lá é tudo baratinho. Minha irmã me deu uma força para que eu trouxesse mais algumas coisinhas já que a grana já havia ido pro beleléu.
      Fui a São João de Meriti ver minha sogra e enfim, andei mais que notícia ruim. Mas foi compensador. De ônibus ou de Van, você aprecia a paisagem, presta atenção nas pessoas e acontece que eu nunca quero voltar. O Rio mudou. Mudou muito e pra mim foi pra melhor. A condução em vista daqui tá de parabéns e as vias mais amplas, mais elaboradas. Fiquei encantada com os bondinhos em uma favela lá perto do aeroporto Santos Dumont. Lindo aquele trabalho. Menos cansativo pro povo de lá, porque subir morro não é brincadeira não. Eu que o diga, já subi e muito. Só não subi na vida ainda, financeiramente. Mas um dia quem sabe eu chego lá?  E sempre chega a hora de ir embora. Sempre chega essa hora. Triste hora. Não gosto de partir e voltar para Brasília, infelizmente.
      Depois da volta, o trabalhão para pôr todas as coisas em ordem novamente e têm o começo de aulas e artesanatos pra fazer, inspirações que me vêem e se vão e quando a gente vê já se passou um bocado de tempo e não fiz foi nada.
     O certo é que o tempo vai passando e eu digo que hoje eu posto alguma coisa, não, não amanhã, porque estou mais folgada, quem sabe hoje amanhã à noite, mas estou aqui.
     Fiz vários artesanatos, poucas poesias. Coloquei duas lá no Recanto das letras e é isso. Pretendo dizer que estarei por aqui agora com mais assiduidade e não quero mentir, por isso vou tentar não deixar vocês tanto tempo sem notícias de mim, mas de vez em quando tenho que parar, resolver as tranqueiras e voltar a respirar. E é aqui que eu respiro e me recrio. Tenho suas presenças. Sinto todas elas em minha volta e isso me deixa feliz.
     Desculpem-me mais uma vez, mas já em outro post contarei casos que me lembro da infância e mostrarei novidades de reciclagem. Por hoje vou deixar meu abraço carinhoso a todos vocês meus visitantes e espero que apreciem os artesanatos que deixo para admirarem. Podem comentar se desejarem, até me xingar ale, já que deixei vocês sem notícias um tempão, mas só não xinguem minha mãe porque isso eu não gosto não.
     Gente, vocês são maravilhosos e eu senti saudades de todos e tenham uma semana abençoada!

                                                      
                       PESO DE PORTA FEITO DE PET E FLOR DE FELTRO IMITANDO HORTENCIA.




                CHAPÉUS ALFINETEIROS. APRENDI NA INTERNET. FÁCIL E BONITO.




 PORTA PANO DE COPA COM FLORES DE FUXICO E ARGOLA DE PLÁSTICO


 

                                                SABONETEIRAS DE PET BORDADA COM PEDRARIAS



                                CESTO DE ROUPAS ENFEITADO COM FLORES DE FUXICO


                    FIZ UMA CAPA PARA MEU BUTIJÃO DE GÁS DE FELTRO COM SIANINHA





                     INVENTEI UM COLOCADOR DE PAPEL LAMINADO E FILME PVC



       COM DOIS POTES INÚTEIS APROVEITEI UM PARA COLOCAR AÇÚCAR E DESENHEI E RECORTEI AS LETRINHAS DE FELTRO E PARA O POTE DE CAFÉ DESENHEI UMA XÍCARA DE CAFÉ EM FELTRO VERDE E FIZ UM CÍRCULO PRETO DE FELTRO E COLEI A XÍCARA.

                            JÁ ESSE OUTRO POTE VAZIO DE VIDRO  VIROU UM ALFINETEIRO CUTE CUTE.

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